A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 27/08/2019
O filme As Sufragistas, relata o início da batalha do movimento feminista. A história das mulheres que enfrentaram seus limites na luta por igualdade e pelo direito de voto. Foram da ficção não é diferente, muitas, ainda vivenciam essa desigualdade, só pelo fato de serem mulheres. Nesse sentido, os aspectos que se tornam relevantes são: a discriminação e a irregularidade de direitos.
Em virtude desses impasses, nos dias atuais, as mulheres ainda são vistas como submissa ao homem, desde da pré-história as tarefas de casas e se dirigiam as fêmeas. Nota-se que, na segunda metade do século 18 com a revolução industrial, esse cenário começou a mudar, elas buscaram seus direitos e melhorias de trabalho, sendo assim, tornando-se independentes dos seus companheiros. É decorrente, visualizar as mulheres em cargos de grande portes, porém elementos como horas de serviços e renumeração, são desiguais aos dos homens.
Embora que sejam aplicadas leis, é necessário que as mulheres tenham noção de seus direitos. Diversas delas, diariamente são vítimas de violências, tanto doméstica quanto sexual. A visão de serem refém ao seu parceiro, está ligada ao medo e a vergonha de procurarem seus benefícios, ou seja ocasiona-se um enorme problema social. Dessa forma, esse tipo de violência não pode ser ignorada, a denúncia é um passo de proteção e assistência as mulheres.
O combate para essas adversidades citadas inicialmente, a fim de conter a discriminação da raça feminina em pleno século XXI, deve tornar-se efetivo, uma vez que as mulheres conquistem seu espaço diante a sociedade. Sendo assim, desde que haja parceria entre governo, comunidade, será possível amenizar os fatores que se fazem relevantes, assim construindo uma sociedade mais fiel aos direitos feministas da constituição.