A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 27/09/2019
Segundo o Ministério do Trabalho em uma de suas pesquisas, em especial a do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego, a presença das mulheres no mercado de trabalho tem aumentado. No ano de 2007 representava 40% e em 2016 subiu para 44%. Todavia, nem sempre foi assim, a luta das minorias por reconhecimento vem repercutindo a anos, e, apesar de a sociedade avançar em alguns pontos sociais, a cultura enraizada agrava o pensamento machista e preconceituoso.
Historicamente elas conseguiram o direito a voto, por exemplo no Brasil na década de 1930, devido a disseminação da ideia de que mulheres são do sexo frágil. Tal fato só agravou a cultura patriarcal e machista ainda vigente, dificultando ainda mais o acesso das mesmas ao mercado de trabalho. Uma vez que o homem era e é tido como o mais forte e o responsável.
Em consequência de tantos entraves enfrentados pelo público feminino ao mercado de trabalho, é comum que elas sejam colocadas à margem da sociedade. Afinal, muitas empresas preferem a mão de obra masculina à feminina, além de ocorrer a diferença salarial entre gêneros, a qual homens ganham mais que mulheres, pelo simples fato de serem homens.
Em resumo, é fato que as mulheres possuem algumas barreiras a “jogarem por terra” quando o assunto é igualdade e mercado de trabalho. É necessário portanto que as escolas, através de palestras e debates, criem desde cedo em seus alunos a importância da igualdade de gêneros. Ademais, ONG’s através de campanhas possam incentivar o uso de mão de obra feminina. Fazendo assim com que diminua gradativamente a diferença social criada pela cultura do patriarcado.