A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 03/10/2019
A ausência da mulher no mercado de trabalho vem de uma questão histórica e cultural, já que alguns séculos atrás o homem é quem tinha o papel de provedor da casa. Muito tempo se passou e a mulher conseguiu conquistar seu lugar no mercado de trabalho, mas ainda encontra muitas dificuldades em relação a sua colocação, diferenças salarias e conciliação da vida materna e serviços domésticos.
Mesmo com uma grande mudança cultural da sociedade, muitas mulheres enfrentam dificuldades em relação a sua colocação no mercado de trabalho seja pelo simples fato de ser mulher, onde não a consideram apta para a função, ou por ter filhos, pois temem que faltem constantemente ao trabalho por conta do filho doente, uma ação muito preconceituosa das empresas que acaba excluindo grandes profissionais.
E mesmo aquelas que conseguem sua oportunidade de colocação no mercado de trabalho, enfrentam problemas com a diferença salarial. Segundo o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2017 o salário da mulher correspondia a aproximadamente 79% ao salário do homem, exercendo a mesma função. E ainda existe a dificuldade da conciliação da vida materna e as tarefas domésticas, a chamada dupla jornada, pois ainda consideram a mulher como totalmente responsável pelos filhos e pela tarefas da casa o que cansa e as sobrecarregam.
Portanto, levando em conta os problemas enfrentados pela mulher com o mercado de trabalho, o Estado pode criar ações como política de cotas para que mulheres, especialmente grávidas ou que possuem filhos, possam conseguir um emprego, o Estado também pode criar uma lei para corrigir diferenças salarias para a mesma função e empregar multas a essas empresas que desrespeitam e fiscalizar essas ações. E programas sociais, idealizados pelas cidades junto as escolas e comunidade, podem trabalhar a conscientização sobre a ajuda com o trabalho doméstico e a criação dos filhos que deve ser feita a dois.