A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 14/10/2019

Um dos principais marcos históricos do trabalho feminino foi durante a segunda guerra mundial, que as mulheres americanas foram as ruas incentivando seus maridos irem para guerra que elas assumiriam as fábricas para manter a produção em alta. Entretanto, no Brasil a mulher no mercado de trabalho sofre forte resistência por parte do empresariado. Devido a isso, surgiu o movimento feminista que vem crescendo e combatendo a descriminação baseada no sexo.

Em primeiro lugar, cabe salientar que a desvalorização da mulher no mercado de trabalho, tem uma relação histórica, pois a sociedade brasileira é alicerçada em princípios patriarcais, no qual o homem é responsável por sustentar a casa, enquanto a mulher cuidava dela. No entanto, com o avanço da modernidade, a mulher começou a mulher começou a fazer parte do mercado de trabalho, ainda que ganhando menos, como ocorre na maioria das vezes. Dessa forma, surgiu o movimento feminista, que luta pela igualdade entre homens e mulheres quando estão submetidos as mês condições. Isso porque, não são raros os casos de diferença salarial quando ambos possuem a mesma atribuição. De acordo com o estudo do Fórum Econômico Internacional, no Brasil o salário da mulher chega a 75% do salário do homem, quando estão na mesma função.

Não obstante, o impasse está longe de ser resolvido. Além disso, várias empresas fazem distinção de cargos que podem ou não ser ocupados por mulheres, pois entendem que a mulher é o sexo frágil e não conseguiria da conta de uma atribuição, por exemplo, gerência ou direção de um setor, porque exige firmeza e rápido poder de decisão. Contudo, a americana Katie Bauman contrariou todas as teorias que inferioriza  a liderança feminina, uma vez que comandou uma equipe de 200 cientistas e conseguiu fotografar um buraco negro, fato inédito na comunidade científica, que muitos homens tentaram e falharam.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para resolver o quadro atual. Para que a equidade entre homens e mulheres seja estabelecida no mercado de trabalho, urge que o Ministério do Trabalho e Emprego faça um canal de denúncias, o qual poderá ser utilizado pela população civil e principalmente por quem suspeitar que está sendo descriminada por causa do sexo biológico. A partir disso, os casos serão investigados e se constado o fato, o empregador deverá equipará-los imediatamente.