A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 24/10/2019
A Constituição Brasileira promulgada em 1988, prevê direito a segurança, igualdade e bem-estar social à todos, sendo imprescindível sua prática. No entanto, a realidade nacional desassocia-se da teoria, visto que, as mulheres ainda sofrem com problemas no processo de inserção ao mercado de trabalho, via motivos inadmissíveis, depreende-se o debate da problemática. Assim, portanto, o legado histórico-cultural, e a infringência às leis, fazem-se aspectos relevantes.
Hodiernamente, a mulher ainda é vista como inferior e submissa ao homem, e a prática desse comportamento é oriunda de uma sociedade patriarcal, a qual priorizava direitos humanos ao sexo masculino. Dado confirma-se, via fato de as mulheres poderem exercer direitos como a prática do voto, e a própria inserção ao mercado de trabalho, após o sexo masculino. Nesse interím, confirma-se atualmente, a presença de aspectos intoleráveis, de um passado ainda não superado, sendo necessária a mudança deste quadro social.
Conforme a lei, a igualdade entre todos, sem distinção entre sexos, tal qual a isonomia salarial, prevendo mesmo salário para os que desempenham funções idênticas, deve ser praticada em território nacional. Sobretudo, o que se percebe é a gritante diferença entre salários, fator que corrobora com a dificuldade do gênero feminino em ter sua carteira de trabalho assinada, visto que há a insegurança sobre a prática do trabalho exercido pela mulher, em relação ao do homem. Deste modo, medidas fazem-se necessárias para a resolução do problema.
Diante dos argumentos supracitados, é dever do Estado aliado com o Legislativo e Judiciário em implementar e fortalecer leis vigentes, de maneira a facilitar a inserção de mulheres no mercado de trabalho. Ademais, cabe também, a prática de palestras e debates pautadas no assunto, destinadas ao meio escolar e acadêmico, de modo a dissolver a ideia da inferioridade feminina. A promoção dessas ações, visa a heteronomia do mercado de trabalho, e por fim um Brasil mais justo.