A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 17/01/2020

No 23° artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) é garantido o direito de uma remuneração igual para homens e mulheres, contundo, quando analisa-se o mercado de trabalho brasileiro, percebe-se um déficit entre as remunerações. Alguns fatores para o ocorrido, seriam a sociedade patriarcal em que o Brasil encontra-se, e o machismo que limitam as ofertas de empregos.

A sociedade patriarcal está em vigor desde a Idade Média, quando as mulheres eram vistas pela sociedade como submissas aos homens, por esse motivo, quando uma mulher não tinha uma presença masculina em sua vida, era expulsa do feudo. Hodiernamente o patriarcalismo não se perpetua de forma rigorosa, porém há ainda o antigo dogma que homens são melhores que mulheres, por esse fator,  segundo o Cadastro Geral de

Emprego e Desemprego a ocupação das mulheres no mercado subiu apenas quatro porcento em um período de nove anos.

Infelizmente, na contemporaneidade, a maior dificuldade que uma mulher enfrenta para entrar no mercado de trabalho é o machismo, a mesma dificuldade décadas atrás. A causa principal para o machismo ainda ser um problema, é falta de conhecimento e interesse por parte da sociedade brasileira, que por consequência acabam fazendo apropriação de pensamentos equivocados.

Dito isso, pode-se concluir que os valores e dogmas de uma sociedade antiga e desatualizada para o século XXI, está se tornando presente e prejudicando as mulheres que estão no mercado de trabalho. Para amenizar o problema cabe ao governo federal, refazer e inspecionar leis que proteja e garanta igualdade a qualquer a fim de extinguir dogmas antigos e aperfeiçoar o mercado de trabalho e assim fazer jus ao 23° artigo da DUDH.