A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 30/03/2020
O Mercado Trabalhista Feminino
O mercado de trabalho conta cada vez mais com a participação das mulheres, que por sua vez seguem rompendo os dogmas estabelecidos no passado que relacionavam a mulher apenas à tarefas e trabalhos domésticos. As mulheres estão mais incluídas no mercado de trabalho, mas ainda há desigualdade, como exemplo, a diferença salarial. Portanto são necessárias medidas para combater essa situação.
Primeiramente, podemos constatar que dentre a desigualdade no mercado de trabalho, dois fatores são os principais: A diferença salarial dos gêneros e a ocupação das mulheres em cargos políticos.
A primeira delas diz respeito a diferença de salários entre uma mulher e um homem que ocupa o mesmo cargo. Já a segunda se refere na menor representação política das mulheres em relação aos homens, fato que pode por consequência diminuir a influência feminina nos mercado trabalhista.
Em segundo lugar, temos a taxa de ocupação de empregos. Nessa taxa, a ocupação dos homens é em cerca de 68% enquanto a ocupação das mulheres está em torno de 46%. Contudo a representação feminina no mercado pode ajudar a resolver outros problemas sociais, como a pobreza, visto que 52% das mulheres fazem parte da população com idade para trabalhar, mas apenas 43% delas fazem parte da população economicamente ativa.
Portanto conclui-se que a mulher deve ser introduzida mais ainda no mercado trabalhista e cabe ao ministério do trabalho essa função, por intermédio de leis trabalhistas para assegurar que seja oferecido às mulheres, mais vagas em concursos públicos e dentro das empresas uma quantia mínima de vagas devem ser destinadas à elas. O uso de mais propagandas, que mostre mais a imagem feminina realizando o seu trabalho, pode ser mais uma forma de influenciar e demonstrar a sua introdução ao mercado de trabalho. Essas medidas caso feitas, à longo prazo pode garantir que o número de mulheres dentro de empresas e cargos públicos aumente consideravelmente.