A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 29/03/2020
Necessária. Assim pode ser definida a participação da mulher no mercado de trabalho. Logo, a inclusão da mulher no mercado é imprescindível para a sociedade.
Em primeiro lugar, podemos constatar que um dos problemas encontrados para essa inclusão são as chamadas “ocupações tipicamente femininas”, na qual as mulheres fazem parte da menor remuneração, como por exemplo na educação, onde os homens fazem parte da maior remuneração e são professores em escolas particulares e a menor remuneração, as mulheres, são professoras em escolas públicas. Claro que é possível encontrarmos mulheres dando aula em escolas particulares, mas se comparado aos homens, essa diferença é gritante. Nessa perspectiva, essa situação precisa ser alterada.
Em segundo lugar, é possível vermos a evolução da mulher no mercado, se comparada a década de 1940, onde elas exerciam unicamente o papel de “cuidadoras do lar” ou “donas de casa”. Com o passar dos anos e o desenvolvimento das indústrias, começaram a trabalhar nas indústrias, que necessitavam de mão de obra e, eram priorizadas por receberem salários mais baixos. Em um estudo feito pelo IBGE, menos de 14% das mulheres tinham emprego da década de 1950, já em 2010, essa porcentagem aumentou para 49,9%. Mesmo com essa evolução do papel feminino no mercado de trabalho, ainda é possível ver a desigualdade nos salários recebidos pelas mulheres e pelos homens. Logo, essa situação precisa ser combatida.
Urge que a desigualdade entre os gêneros seja combatida e, para isso, cabe as empresas essa função por meio da confiança em suas funcionárias e apoio as mesmas quando necessário. Essas medidas, caso feitas em conjunto, podem diminuir os problemas encontrados pelas mulheres em suas jornadas de trabalho.