A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 30/03/2020
A mulher brasileira no mercado de trabalho
Mulheres sendo desfavorecidas. Desigualdade salarial. Assédio no ambiente de trabalho. Jornada tripla (muitas vezes tendo que ser realizada). Grande dificuldade de ocupar cargos de liderança. Esse é um retrato dos desafios da mulher brasileira no mercado de trabalho. No entanto são necessárias medidas para combater esses obstáculos.
Em primeiro lugar é possível constatar que as mulheres ainda passam por inúmeras dificuldades em seus empregos que na maioria das vezes os homens não precisam lidar, três são elas: diferença salarial, equilíbrio entre as atividades domésticas e o emprego e a falta de oportunidades. A primeira delas consiste nas mulheres receberem salários menores que os homens mesmo possuindo as mesmas qualificações e ocupando o mesmo cargo no trabalho.Já a segunda é outro grande desafio enfrentado que sobrecarrega o sexo feminino que baseia-se em mulheres que precisam além de trabalhar,cuidar de seus filhos e fazer as tarefas de sua casa o que pode sobrecarrega-las ainda mais quando tem que cuidar de tudo isso sozinhas. Por fim a falta de oportunidades acontece pelos homens possuírem mais acessos ao trabalho e a oportunidades de crescimento dentro das empresas do que as mulheres por conta desse preconceito contínuo.Nesse sentido,esse quadro precisa ser revertido.
Em segundo lugar constata-se que as mulheres ao longo do tempo foram conquistando cada vez mais seus direitos,inclusive no ambiente de trabalho,esses são alguns exemplos:Licença a maternidade,direito a mudar de função ou setor e estabilidade no emprego. A primeira delas ocorre caso a trabalhadora engravide assim terá direito da licença a maternidade de 120 dias (a partir do oitavo mês de gestação), sem prejuízo no emprego e no salário, que será integral. Caso receba salário variável, receberá a média dos últimos seis meses.A segunda delas acontece de acordo com o estado de saúde da mulher e também será assegurada a tomada da antiga posição. Por último a estabilidade no emprego consiste na mulher não poder ser demitida sem justa causa desde o momento da confirmação da sua gravidez até cinco meses após o parto.Essas são medidas são apenas um início do que chamamos de direitos, e assim devem ser expandidas.
Urge que os direitos das mulheres sejam assegurados, tanto no ambiente de trabalho quanto na vida social,cabe ao governo essa função,por intermediário de novas leis,com o auxilio de todos lutando por elas e exigindo igualdade, garantias e direitos. Essas medidas caso feitas em conjunto podem atenuar as dificuldades da mulheres brasileiras onde quer que seja, no mercado de trabalho, em casa ou na rua.