A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 07/04/2020

Na série ‘‘A vida e a história de Madam C. J. Walke’’ é narrado a história de Madam Walke, uma mulher negra, que luta diretamente contra o machismo para ingressar no mercado de trabalho. Infelizmente, essa situação não se resume às telas, sendo a realidade de várias brasileiras que lutam diariamente para conquistar o seu lugar no mercado de trabalho.

Tal conjuntura, se deve ao fato de haver um problema histórico-cultural. Desde a Grécia Antiga, em que apenas os homens tinham direito a trabalhar fora de casa. O Brasil herdou um olhar machista contra as mulheres que ingressassem de forma direta no mercado de trabalho. Esse fato pode ser observado. Atualmente, segundo o IBGE, cerca de 41,8% dos cargos são ocupados por mulheres. Sendo que, 51,7% da população brasileira é constituída por mulher.

Outrossim, a jornada dupla (dona de casa e trabalhar fora) acaba sobrecarregando as individuas. De acordo com o IBGE, cerca de 21 horas semanais das mulheres são exclusivas para afazeres domésticos, enquanto os homens são apenas 10 horas semanais.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O Ministério da Educação deve propor as escolas um projeto de reeducação que interfira diretamente no comportamento das crianças em relação as mulheres no mercado de trabalho. Fazendo com que a nova geração aceite de forma integra a mulher no mercado de trabalho. Democratizando assim, o campo  trabalhista.