A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 11/04/2020
Sabe-se que desde a Idade Média, a participação da mulher no trabalho era nula, onde ela deveria ficar em casa e tomar conta dos filhos, onde o homem deveria atuar como o provedor, mas com a Revolução Cientifica mudou-se um pouco essa concepção, foi perceptível grandes nomes femininos tais como Marie Currie descobridora do elemento químico Polônio.
Entretanto, atualmente a população feminina está empoderada, na luta por igualdade, e pelos seus direitos, o que também é visto é a presença feminina nas universidades, porém é notório a grande diferença na empregabilidade de mulheres para os homens e a diferença salarial, e a falta de oportunidades.
Além disso, ainda é notório a diferença salarial entre um homem e uma mulher que exercem a mesma função numa empresa, e também muitas mulheres pelo fato de terem muitos filhos, não tem oportunidade de trabalho, porque ou elas trabalham ou cuidam dos filhos.
As mulheres ainda passam por inúmeras dificuldades em seus trabalhos que a maioria dos homens não precisam lidar, tais como a diferença salarial e o equilíbrio entre atividades domésticas versus o emprego. A desigualdade de gênero ainda está presente na maioria das empresas e é algo que precisa ser combatido. Grande parte das mulheres precisa batalhar diariamente para manter ou até mesmo criar seu espaço em sua organização.
Conforme os argumentos supracitados, faz-se necessário que o Governo Federal crie programas de emprego e incentivo as mulheres, e invistam no Ministério da Educação para que muitas delas que não terminaram o estudo poderem terminar, e as empresas também possam criar programas que visem melhorar e capacitar a presença feminina nos locais de trabalho e, feito isso a população feminina terá grandes chances de ingressarem no mercado de trabalho, terem seu lugar e espaço na sociedade e conseguir conquistar os seus direitos de emprego que lhe são cabíveis.