A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 14/04/2020
Apesar de um crescimento significativo da mulher no mercado de trabalho, este ainda não ocorre de forma igualitária em relação aos homens. Este problema se associa à cultura machista, a qual ainda está presente e enraizada na sociedade brasileira. Destaca-se, portanto, a necessária extinção dessa desigualdade de gênero na área trabalhista.
Ainda que haja um cenário desigual, as mulheres têm lutado constantemente para conquistar seu espaço e seus direitos. Assim sendo, é de conhecimento geral que elas têm grande importância na área de trabalho. Segundo estudo da Organização Internacional do Trabalho, o aumento da participação feminina no mercado trabalhista poderia injetar R$382 bilhões na economia brasileira. Além disso, essa ocupação revela a força e a habilidade que elas possuem para tal adaptação.
Entretanto, a maioria das mulheres ainda enfrentam dificuldades, tais como a associação às atividades domésticas, a diferença salarial, a desigual ocupação de cargos etc. De acordo com dados do IBGE, apesar de representar 52,4% da população brasileira com idade para trabalhar, o grupo feminino ocupa somente 45,6% dessa área. Essas estatísticas ainda mostram que mesmo as mulheres tendo um nível educacional maior, continuam ganhando menos que os homens; o IBGE indica que a renda mensal masculina é de R$ 2.306 e o feminino de R$ 1.764.
Em conclusão, é necessário o redirecionamento e a supervisão do governo à órgãos responsáveis a fim de acabar com essa desigualdade, tais como: ações do Ministério do Trabalho para que 50% dos funcionários das empresas sejam mulheres, sendo isso administrado com punições para quem não cumpra. Além da adesão pela Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres, para permitir que as mulheres exerçam os mesmos cargos que os homens e sejam assalariadas de forma igualitária.