A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 14/04/2020

No passado a mulher brasileira não tinha espaço no mercado de trabalho, eram donas de casa, “usadas” para a reprodução e trabalho em casa, como cuidar dos filhos, cozinhar, costurar, limpar e etc. Somente os homens podiam participar da eleições, trabalhar em empresas etc. Porém, com o passar do tempo, isso vem diminuindo, e hoje há muitas mulheres que trabalham fora de casa.

Apesar disso, muitos dos empregos que as mulheres trabalham, o salário é menor que o dos homens e isso prejudica a renda da família, porque muita das vezes a mulher é a pessoa que sustenta o lar, e frequentemente, empresas preferem dispensar as mulheres que homens. Mulheres que trabalham dedicam 73% mais horas do que os homens aos cuidados e/ou afazeres domésticos, segundo pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ainda assim, existem mulheres que fazem as duas coisas: trabalham dentro de casa, cuidando dos filhos, cozinhando etc, e também trabalham fora de casa, agindo em suas respectivas profissões, enfermeira, geóloga, ministra etc. Sendo que, se elas são dispensadas, como falado anteriormente, afeta a renda da família.

Todavia, nem sempre os homens tem a mesma capacidade que as mulheres, uma vez que a maioria delas tem o ensino superior completo, com relação á desigualdade racial, o percentual de mulheres brancas com ensino superior completo (23,5%) é 2,3 vezes maior do que o de mulheres pretas ou pardas (10,4%) e é mais do que o triplo daquele encontrado para os homens pretos ou pardos (7,0%), segundo estudo do IBGE.

Mesmo que toda essa desigualdade ainda aconteça, as mulheres ainda lutam pelos seu direitos, tanto relacionado ao mercado de trabalho, como relacionado ás diversas outras áreas existentes no mundo, para que essa desigualdade acabe, as empresas devem dar chances para essas mulheres desempregadas, para que se forme uma sociedade mais igualitária.