A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 14/04/2020

Durante a “Grande Guerra” as mulheres possuíram grande feito no quesito trabalhista, apoderando-se no controle da produção em fábricas, assumindo o trabalho físico do homem e o seu papel de trabalhador na sociedade. Após esses atos cooperativos, a mulher buscou sua liberdade social e participação no ofício executivo. O ser feminino adquiriu destaque no meio ativo, mas deparou-se com a desigualdade no mesmo ambiente.

Nesse contexto, é importante salientar que o devaneio da desigualdade remunerativa, disseminado principalmente pela grande mídia, é uma total inverdade e fabulação ideológica, sem comprovação alguma. Segundo a revista Veja, é comum as pessoas falarem que os homens ganham até 30% a mais que as mulheres, nos mesmos cargos, mas quando perguntadas em quais empresas isso ocorre nenhuma sabe afirmar. Torna-se claro, à vista disso, que a tão falada ‘‘desigualdade salarial’’ não passa de uma farsa. Até porque se as mulheres ganhassem, realmente, menos que os homens, nos mesmos cargos, os patrões só iriam contratar mulheres, pois, estas, iriam fazer o mesmo trabalho e custariam menos.

De outra parte, o reconhecimento da figura feminina como base para o desenvolvimento do país ainda é negligenciado. Nesse viés, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), pouco mais de 51% da população brasileira são mulheres, antagônico à parcela representante na esfera política, sendo menor que 30%. Diante disso, a equidade de gênero se distancia, a medida que a minoria representante política luta, sozinha, para que as marcas machistas da história não preservem, assim com a 1ª Onda do Movimento Sufragista - final do século XIX - buscou o direito igualitário, sendo as mulheres do movimento operárias e, ao mesmo tempo, donas de casa.

Entende-se, portanto, que existe um sistema econômico que valoriza a opressão machista e racista. Dessa forma, é importante que o Estado exerça ações necessárias, como a fiscalização do art. 1 da Constituição Federal, para uma garantia da dignidade da pessoa humana; além disso, é necessário uma educação enquanto formação, proferida pelos pais, já que segundo Immanuel Kant o homem é aquilo que a educação faz dele. Dessa forma, esses problemas serão minimizados entre a população brasileira.