A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 14/04/2020
Nos tempos atuais a presença feminina vem ganhando um espaço maior no mercado de trabalho. De acordo com informações do Ministério do Trabalho, em 2016, a participação da mulher no mercado profissional era de 44%. No entanto, as mulheres ainda encontram dificuldades como, por exemplo, diferença salarial e conciliação entre o emprego e as atividades domésticas. Antigamente, as funções femininas na sociedade se restringiam em apenas cuidar dos filhos, marido e ocupar-se com as tarefas domésticas. Foi a partir da Revolução Industrial que essa situação se transformou. Conforme a atividade industrial crescia no mundo, a necessidade de mão de obra também aumentava, com isso, as mulheres começaram a ser inseridas no mercado de trabalho, esse processo foi fundamental para a conquista e independência da mulher no mercado profissional. Ademais, as questões fisiológicas femininas são outro fator preponderante. Seja porque a mulher menstrua, tem TPM, tem o corpo menos resistente, ou o simples fato de ter a capacidade de gerar um filho, tudo isso são motivos considerados na hora de contratar ou definir o salário de uma nova empregada. Assim sendo, a discriminação, o sexismo, o machismo e o preconceito acabam sendo alimentados, aumentando assim a sensação de submissão e de desamparo perante a lei. Torna-se claro, portanto, que a incorporação feminina no trabalho brasileiro é um grande desafio para o desenvolvimento do país. Nesse sentido, cabe aos movimentos feministas, em consonância com as universidades, promover seminários e dinâmicas com os estudantes, com a participação de mulheres influentes, visando a erradicação do assédio nas faculdades e a maior interação feminina. Outrossim, cabe ao Ministério do Trabalho fiscalizar as empresas, no intuito de acabar com os estereótipos impostos nas trabalhadoras, para que mais mulheres possam ajudar no giro da economia. Somente assim o Brasil será um país com igualdade e progresso.