A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 14/04/2020
Apesar da Constituição Cidadã que foi criada em 1988, ainda existe as diferenças e preconceitos contra a mulher, principalmente no mercado de trabalho, onde, apesar de que é muito comum ver mulheres trabalhando hoje em dia, a dificuldade e o desprezo que elas sofrem persiste nessa sociedade arcaica. Sendo assim, há setores em que elas mostram ser tão ou mais hábeis do que eles, ainda que tenham menores salários. Sem dúvida, aos poucos, elas têm ocupado cargos importantes em instituições públicas e privadas. Mas ainda é preciso maior representatividade da mulher na engrenagem capital país, não apenas para cumprimento de algumas leis que as tornam meras “cotas de inclusão”.
Por certo, as mulheres sofrem esse preconceito a longo prazo, pois suas funções antigamente se limitavam a cuidar da casa, do marido e dos filhos. Mas este fato começou a ter mudança a partir da segunda metade do século XVIII com a Revolução Insdustrial, onde as mulheres começaram a ajudar nas indústrias, como mão-de-obra barata, e isto inseriu definitivamente a mulher na dinâmica produtiva. Porém a diferença salarial era bastante, as mulheres recebiam 60% dos seus salários a menos que os dos homens.
Da mesma forma como vivem hoje em dia, onde apesar da diferença salarial entre homens e mulheres ter diminuido, ainda existe descriminação nessa sociedade patriarcal, em que a população machista pensa que só os homens deve suprir a casa e o meio onde vive. Pesquisas afirmam que as mulheres se sobressaem mais que os homens no mercado de trabalho, entretanto por causa do preconceito de gênero, as mulheres pode estar exercendo a mesma função do homem mas o mesmo ainda ganha o salário maior.
Desse modo, é tempo de os atores sociais deixarem de lado qualquer resquício de preconceito contra a atuação das mulheres. Isso se dará por meio da intervenção dos educadores, os quais detêm as ferramentas pedagógicas ideais para provocar a criticidade, levando aos educandos noções de ética e cidadania, abatendo, assim, quaisquer estereótipos. À iniciativa privada,cabe selecionar colaboradores –a partir da análise criteriosa de currículos, independentemente do gênero do candidato. Às mídias televisivas cabe veicular apelos, a fim de que o processo de reconhecimento da capacidade intelectual da mulher seja mais célere. Feito isso, desigualdade entre homens e mulheres vai ser apenas conteúdo histórico-social da História do Brasil.