A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 11/05/2020
O espaço que a mulher ocupa no mercado de trabalho de acordo com dados do Ministério Do Trabalho em 2016 representa 44% no geral. Uma melhora significativa dos dados de 2007, com apenas 40,8%. Mas as mulheres ainda apresentam dificuldades que os homens não tem, como o equilíbrio do trabalho e atividades domésticas e a diferença salarial, grande parte delas trabalham para criar um espaço para elas em várias empresas, que valorizam mais o sexo masculino.
No Brasil, durante muito tempo as mulheres não tinham o direito de trabalhar igual aos homens, eram limitadas a ficar em casa e cuidar de afazeres domésticos, como limpar, passar roupas e cuidar de seus filhos. Mas esse cenário começou a mudar na segunda metade do século 18, na Revolução Industrial, onde começou a ser necessário mais mão de obra. Mesmo com salários desiguais aos homens, as mulheres começaram a ser contratada aos poucos. A primeira mulher a graduar no ensino superior foi somente no ano de 1887, Rita Lobato Velho Lopes se tornou médica pela Faculdade de Medicina da Bahia. Hoje em dia, 57,8% dos médicos graduados são mulheres.
Mesmo com grandes porcentagens de mulheres no mercado de trabalho, a preferência continua sendo homens em várias empresas, uma pesquisa divulgada pela OTI em 2019 aponta que os dados que apontam desigualdade entre homens e mulheres não diminuíram em 27 anos. As chances de uma mulher conseguir um emprego são 26% inferiores do que a dos homens. E 41% das mulheres com curso superior estão desempregadas no país, enquanto apenas 17,2% dos profissionais do sexo masculino estão sem emprego.
É importante que haja igualdade entre os sexos no mercado de trabalho, é algo que ainda não parece estar sendo empregado corretamente em terras brasileiras. Como uma iniciativa para apoiar as mulheres desempregadas ao favor de homens, existem várias empresas operadas somente por mulheres para empregar outras com curso superior em seus negócios. Para completamente solucionar esse problema, é preciso que todas as empresas sejam imparciais na hora de escolher seus empregados. Avaliando apenas habilidade para o cargo, independente do gênero da pessoa aplicando para ele.