A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 14/04/2020
Em “The Handmaid’s Tale” uma série Americana onde mostra um futuro distópico, Mostra-se uma realidade análoga ao presente. A mulher vista como uma extensão do homem, de acordo com a idealização dos papéis de gênero, a vida dedicada ao matrimônio, criação dos filhos e gestão da casa. A partir do século XVII as mulheres começaram a trabalhar em fábricas como resultado da primeira revolução industrial, e desde o início ganhando menos que os homens numa jornada dupla, cuidar da casa e trabalhar por 12 horas seguidas, tendo sua mão de obra desvalorizada.
Efetivamente é notório o esforço das mulheres em fazer seus papéis construídos a partir do fruto patriarcal que impõem uma vida dupla entre casa e trabalho resultando em uma má distribuição de tarefas domesticas entre homens e mulheres, muitas vezes fazendo-as esquecer do mercado de trabalho. Pode-se ressaltar que, de acordo com a pesquisa dos profissionais da Catho afirma que 30% das mulheres deixam o trabalho para cuidar dos filhos.
Dados da PNAD ( Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) apontam que, 52,3% das mulheres estão inclusas no PIA ( População em idade ativa) porem apenas 43,3% das mulheres estão inclusas no PEA ( População economicamente ativa), conclui-se que a maior parte da população em idade ativa são mulheres, no entanto apenas 43,3% estão ativas.
Entretanto, muitos problemas dificultam esse impasse, um deles é a diferença salarial, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), homens ganham em média R$ 3.946 e, mulheres, R$ 2.680. Contudo, o mercado de trabalho mostra-se como um desvalorizador para com a mulher.
Portanto, fica evidente a importância da luta da mulher contra um mercado tirano. Cabe ao ministério do trabalho por meio de uma lei que atinga donos de empresas que minunciosamente pague menos a seus funcionários apenas pelo gênero, aplicando-os uma multa.