A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 14/04/2020
Sabe-se que desde a Revolução Industrial, durante o final do século XVIII e meados do século XIX , entre os anos de 1760 e 1850, as mulheres começaram a ingressar no mercado de trabalho, executando a dupla jornada de trabalho, ou seja, o trabalho domestico e a iniciar no trabalho nas fábricas, e desde esse período a presença feminina no mercado de trabalho vem se tornando algo cada vez maior e mais comum, não se limitando a população brasileira, mas em todo o globo, porém, existem diversas barreiras, problemas, que são enfrentados pelas mulheres para ingressar de forma justa e igualitária no mercado de trabalho.
Primeiramente, um dos fatores que mais afeta população feminina é a questão histórica, devido a fato de a sociedade brasileira ser considerada uma população Patriarcal, ou seja, o Pai é o provedor da renda familiar, criou-se uma intolerância com as mulheres que anseiam por um cargo de alta patente, e devido a tal diminuição da presença feminina nas patentes mais altas do mercado de trabalho, e até nas baixas patentes, as mulheres sofrem com essa exclusão.
Outro fator que também afeta a presença das mulheres no Mercado de trabalho, é devido ao fato das mulheres não terem os mesmos benefícios que são garantidos aos homens, como um salário igualitário, mesmo exercendo as mesmas funções, assim como são privadas de alguns trabalhos, que tem são preferencialmente exercidos por homens, havendo um desnivelamento entre as mulheres e homens e mulheres no mercado de trabalho, não só no Brasil mais no mundo inteiro.
Conclui-se que embora existam diversos fatores que afetem uma justa presença das mulheres no mercado de trabalho, existem medidas que podem ser tomadas para um desenvolvimento justo e igualitário para ambos os gêneros em todos os setores do mercado de trabalho, uma das medidas é através da educação, não somente a escolar mas também paterna, de que as mulheres podem exercer as mesmas funções que os homens e também um reajuste na questão salarial para que homens e mulheres recebam os mesmos salários, de acordo com a função exercida, para que as mulheres possam ter uma maio, mais justa e igualitaria presença no Mercado de Trabalho