A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 14/04/2020
As mulheres compõem a maior parte da sociedade brasileira e ainda assim quando falamos sobre mercado de trabalho elas são a minoria, na disputa da vaga em uma empresa as chances de uma mulher conseguir emprego é 26% inferior aos dos homens, de acordo com a OIT. Isso ocorre principalmente por que mulher pode engravidar, tendo que ficar afastada por alguns meses por conta da maternidade e tem que tomar contas dos filhos, então se ele ficar doente ela precisara de folga para cuidar dele. Mas desde quando isso acontece?
Com a chegada da 1° revolução industrial as mulheres brasileiras começaram a participar mais ativamente do mercado de trabalho, e essa participação vem crescendo cada dia mais, porém desde o inicio de sua carreira elas sofrem com a grande desvalorização dentro do mercado de trabalho em relação aos homens, os quais mesmo na maioria das vezes exercendo o mesmo cargo e trabalhando menos recebem mais.
Até meados do século 18 a vida das mulheres brasileiras se restringia a cuidar da casa, dos filhos e deixar a janta pronta para quando o marido chegasse ele pudesse somente comer e ir descansar para mais um dia de trabalho, porem chegou a Revolução industrial e com ela a necessidade de mão de obra barata para o crescimento das industrias. Senso assim as mulheres foram contratadas para trabalhar mais e ganhar menos que os homens, o que gerava um maior lucro para a empresa.
Muita luta foi necessária para que elas pudessem ter todos esses direitos trabalhistas que tem hoje. Em 2007 a presença feminina representava 40,8% do mercado formal. Já em 2016, esse número subiu para 44%. Os dados são do Ministério do Trabalho e são baseados em pesquisas do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais).
As mulheres precisam de mais direitos, elas trabalham o dia inteiro, quando chegam em casa tem que arrumar a casa, fazer a comida e cuidar dos filhos para ganhar menos que um homem que trabalha menos que ela. Uma alternativa para aumentar o numero de mulheres empregadas seria o governo criar uma campanha na qual se a empresa atingisse uma ceta quantidade de mulheres empregadas em relação aos homens pagaria menos imposto, ou algo assim para que elas pudessem ser avaliadas não somente por ser mulheres mais também pelo seu potencial, dedicação e esforço.