A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 14/04/2020

Durante o Romantismo no século XIX, as grandes obras literárias retratavam a figura da mulher como um símbolo de objetificação por parte dos homens e à inferiorização do papel feminino no contexto social em que as personagens eram submetidas.

Nesse contexto, no século XXI, ainda encontra-se resquícios desses costumes arcaicos em relação à atuação da mulher dentro do mercado de trabalho, visto que ainda se obtém a visão de superioridade masculina nos setores de trabalho. Diante disso, se faz necessário reavaliar às condições em que as trabalhadoras brasileiras estão submetidas.

Em primeira análise, com a chegada da Revolução Industrial, no século XVIII, na medida em que os setores industriais cresciam, a necessidade de se obter trabalhadores era aumentada. Nesse sentido, o cenário de atuação da mulher no meio de trabalho começou a mudar, visto que a mão de obra feminina ampliou-se, apesar da falta de subsídios às trabalhadoras e a iniquidade salarial. No contexto brasileiro segundo IBGE as mulheres ainda ganham cerca de 20 % a menos que os homens exercendo a mesma profissão.

Além disso, historicamente, as mulheres tinham um acesso limitado à formação educacional e eram, na sua maioria, submetidas aos afazeres domésticos e à criação de filhos em tempo integral, o que impossibilitou à sua atuação no mercado de trabalho.

Portanto, fica claro que o papel da mulher no mercado de trabalho é demasiadamente importante para a construção da sociedade. Por isso, o governo brasileiro deve investir em leis que estabeleçam a igualdade salarial dos gêneros, diminuindo o problema de desigualdade entre os sexos no ambiente de trabalho. Por fim, a mídia - juntamente com o Ministério da Educação deve conscientizar a sociedade sobre a importância de elevar a posição feminina no contexto social através do ensino público obrigatório e expansivo sobre a importância feminina no mercado.