A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 14/04/2020
Desde as últimas décadas, a mulher vem lutando pelos seus direitos no mercado de trabalho e a igualdade social, financeira e econômica entre ambos gêneros. Mesmo com as críticas e o preconceito da população elas seguem tentando garantir seu lugar no País aos poucos.
A partir do século XVII as mulheres pararam de ser apenas donas de casa e passaram a trabalhar em indústrias, na época a Revolução Industrial. Sendo assim um novo olhar surgiu sobre elas, dando-lhes força e capacidade para demonstrarem que elas poderiam fazer mais do que o povo acreditava.
Ainda hoje, pode-se afirmar que a diferença salarial entre os gêneros continua grande, o homem é mais valorizado do que a mulher no mercado de trabalho, mesmo que a função de ambos sejam a mesma. As mulheres, mesmo com seus estudos concluído, ainda não conseguiram a igualdade de quantia salarial, tendo por si uma diferença de quase 53%, o que é preocupante.
De acordo com o Estudo de Estatísticas de Gênero do IBGE, em 2019 foi concluído que as mulheres trabalham em média 3 horas por semana a mais que os homens, porém ganham apenas 2/3 do rendimento deles. Segundo o Instituto Brasileiro de Economia da FGV, o salário das mulheres brasileiras com filhos é na média 35% a baixo das que não têm filhos, o que se torna uma balança desregulada.
Concluindo, deveria haver uma igualdade salarial para ambos dos gêneros , portanto o trabalho é o mesmo. As mulheres que têm filhos deveriam ao menos ter um aumento em sua quantia para ajudar em casa e na família. O preconceito contra elas torna-se uma única culpa de todo a desigualdade, o que deveria ser obrigatório uma única quantia para todos e um olhar novo na sociedade, pois a mulher é o simbolo de força e ela é capaz de fazer tudo que o homem faz.