A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 14/04/2020
A mulher por muito tempo era reconhecida apenas como posse, que podia ser comprada por um dote que o marido pagava ao pai, algo que por muito tempo a prendia a apenas serviços domésticos não dando possibilidade para inserção no mercado de trabalho. Em alguns lugares isso era tão forte que a mulher não poderia sair de casa, senão acompanhada do marido, como por exemplo no Paquistão. As mulheres não podiam estudar, algo que é bem representado no livro de Malala.
Em primeiro lugar, deve ser levado em consideração a estrutura machista que a sociedade criou nesse tempo. O simples fato do homem não menstruar e engravidar por muitas vezes qualificou-o melhor do que a mulher. Por isso o homem por muitos anos foi visto como mais forte que a mulher, por não precisar de uma licença maternidade, o que afetaria a empresa por ter uma mão a menos recebendo a mesma quantia.
Em segundo lugar, comentando sobre receber a mesma quantia. Também é algo que trás desconforto e discussões. Segundo o G1, em média o homem recebe R$489 a mais do que a mulher. Sem falar do desemprego que também é maior para o gênero feminino, aproximadamente 6% a mais do que o masculino.
Dado o exposto, é importante ressaltar que no nosso século se é necessário uma igualdade, pois muitas mulheres se sustentam sozinhas. Deve ser obrigatório um número “x” de mulheres em cada empresa, na lei. As diferença de trabalhos deve ser superadas através da igualdede salarial e no corte de empregados também.