A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 14/04/2020
Durante muito tempo, a função das mulheres foi cuidar do lar, do seu marido e filhos. Afinal, os homens deviam atuar com provedor do lar cuidando então da parte financeira. Esse cenário começou a mudar na segunda metade do século 18, com a Revolução Industrial. Na medida que a industria se fortalecia, a necessidade de mão de obra aumentava. Com o passar dos anos a porcentagem de mulheres no mercado de trabalho só vem aumentando, em 2016 chegou a 44%, porém, elas ainda enfrentam problemas como salários inferiores e a falta de oportunidade.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE) em 2019 o salário das mulheres era inferior ao dos homens cerca de 20,5%, isso ocorre, porque as mulheres são subvalorizadas, ou seja, as grandes empresas que podem pagar mais pela mão de obra preferem contratar homens, por serem vistos como mais capazes que as mulheres. Outro fator é que na maioria das vezes as mulheres fazem parte do trabalho mais precarizado ou então do trabalho domestico, que além de ser mal remunerado, não conta com nenhum tipo direito, com isso o salário das mulheres tornas-se mais baixo.
Outro problema que acontece muito é a falta de oportunidade, isso ocorre porque as empresas preferem contratar homens por tais motivos: não ter uma preocupação tão grande com a família, por terem mais tempo, e além disso, as mulheres não podem trabalhar até tarde por medo ou porque tem que cuidar da casa, fazendo com que elas fiquem com uma figura difícil para o mercado de trabalho, e assim, ocasionando então uma falta de oportunidade.
Para melhorar isso, o Ministério do Trabalho deve criar uma lei que obrigue que as vagas de uma empresa sejam ocupados igualmente entre homens e mulheres, por meio de uma alteração na CLT(Consolidação das Leis do Trabalho), aumentando assim o numero de cargos ocupados por mulheres no mercado de trabalho, nesse lei também tem que garantir uma igualdade salarial e os mesmo direitos.