A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 14/04/2020
Atualmente, no Brasil e no mundo, a mulher sofre grande dificuldade em relação ao emprego, recebendo menor salário e sendo contratada em menor quantidade levando em consideração os homens, que, além de receber mais dinheiro que as mulheres, ocupam mais vagas nas empresas e mais cargos de grande valor.
Apesar de exercer o mesmo cargo que o homem, a mulher acaba ganhando menos pelo mesmo trabalho. Com base em pesquisas de dados da Pnad e IBGE, o Diesse aponta que, em 2019, as mulheres ganharam 22% menos em salário que os homens. “Mesmo quando a mulher está no mesmo patamar, seja em relação ao nível de escolaridade, seja no tipo de cargo, ainda assim existem diferenças.”, explica técnica do Dieese, Camila Ikuta.
O fato de que a mulher é reprimida no atual quadro de emprego ocorre por causa de antigos costumes, que já reprimiam a mulher, dificultando seu estudo e procura de emprego. Antigamente, os seres humanos já dividiam o trabalho de modo com que o homem tivesse um trabalho mais importante que a mulher, causando parte do atual machismo, que prejudica a mulher no mercado de trabalho.
Com o propósito de acabar com a desigualdade da mulher em relação ao homem, o governo do Brasil ou o governo dos estados deveriam por em vigor uma lei que facilite a entrada da mulher no mercado de trabalho, como: menor taxa de impostos pagos pelas empresas que apresentem mais parte feminina na equipe do que o atual numero apresentado, criar facilidades para a mulher que busca emprego, como direitos, que podem ser buscados caso não sejam cumpridos pelas empresas e a criação de mais creches, para que as mulheres que não trabalham pois cuidam dos filhos, possam agora trabalhar.