A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 15/04/2020

Desde os primórdios da existência humana, o papel da mulheres era unicamente a criação de seus herdeiros e cuidar dos afazeres domésticos, não tendo a liberdade de poder trabalhar fora e sendo frequentemente oprimidas pela sociedade e pelo seus maridos, situação essa que foi mudando à partir do surgimento da primeira onda do feminismo em países como França e Reino Unido, caracterizada como um movimento que lutava principalmente pela igualdade de gênero,  chegando ao Brasil no século XIX para o benefício de inúmeras mulheres.

Em decorrência da inserção do movimento no país diversas modificações ocorreram ao longo dos anos, e uma das maiores conquistas foi a introdução das mulheres no mercado de trabalho, ato que anda em crescimento; segundo pesquisas feitas pela Organização Internacional do Trabalho(OIT), a ocupação feminina nos cargos aumentou de 40,8% em 2007 para 44% em 2016, porém ainda há muito a ser feito, já que a disparidade salarial continua presente conforme foi comprovado pelo IBGE.

Diante disso, é notável a necessidade da existência de associações pró-mulheres  em local de trabalho, como o Movimento Mulher 360, que tem o intuito de instaurar a equidade e empoderar mulheres com seus planos nos negócios; além de ressaltar a importância do Ministério Público  de Trabalho para o combate do assédio sexual e discriminação em empresas.

Dessa forma, o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos deve, por meio da adição de novas leis trabalhistas propor uma porcentagem obrigatória de contratações de mulheres, que igualará o número de pessoas dos dois gêneros atuantes na empresa e exigir do Ministério do Trabalho uma maior fiscalização nesses ambientes, com a finalidade de acabar com as desigualdades e ilegalidades, inserindo a mulher no mercado de trabalho com as mesmas oportunidades de um homem.