A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 14/04/2020

O filme “Revolução em Dagenham”, retrata a luta das mulheres contra as precárias condições de trabalho, carga horária exaustiva e salários injustos, muito menores do que os dos homens. Fora da ficção, as mulheres vêm conquistando espaço no mercado de trabalho, por meio de movimentos e passeatas em busca de seus direitos. Ainda encontra-se resquícios desses costumes arcaicos em relação à atuação da mulher dentro do mercado de trabalho, visto que ainda se obtém a visão de superioridade masculina nos setores de trabalho. Diante disso, se faz necessário reavaliar às condições em que as trabalhadoras brasileiras estão submetidas.

Em primeira análise, com a chegada da Revolução Industrial, no século XVIII, na medida em que os setores industriais cresciam, a necessidade de se obter trabalhadores era aumentada. Nesse sentido, o cenário de atuação da mulher no meio de trabalho começou a mudar, visto que a mão de obra feminina ampliou-se, apesar da falta de subsídios às trabalhadoras e a inequidade salarial.

Além disso, historicamente, as mulheres tinham um acesso limitado à formação educacional e eram, na sua maioria, submetidas aos afazeres domésticos e à criação de filhos em tempo integral, o que impossibilitou à sua atuação no mercado de trabalho. Diante disso, a comparação da oportunidade de formação social entre homens e mulheres torna-se incompatível diante da realidade histórica.

Em virtude do que foi mencionado, o Poder Legislativo, em conjunto com o Ministério do Trabalho, desenvolva uma lei com assegurada aplicação práticas para a obrigatoriedade de metade das vagas de emprego em empresas por mulheres, com salários de acordo com o cargo, sem distinção de gênero, a fim de reduzir as desigualdades e, por meio dessa ação estatal, iniciar uma mudança de posicionamento na sociedade acerca do papel da mulher, superando esteriótipos