A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 14/04/2020
Apesar da Constituição Cidadã ter sido criada em 1988, ainda existem as diferenças e preconceitos contra a mulher, principalmente no mercado de trabalho, onde é muito comum ver mulheres trabalhando hoje em dia, a dificuldade e o desprezo que elas sofrem persiste nessa sociedade arcaica.
Atualmente o número de mulheres empregadas cresceu bastante em relação a tempos atrás, mas ainda existe um desequilíbrio de salários e de mulheres empregadas em relação aos homens. Apesar das mudanças ainda é um desafio mudar esse cenário. As pesquisas mostram a diferença na quantidade de mulheres empregadas em contra partida dos homens que tem mais facilidade de conseguir um emprego, cerca de 60,9% dos cargos gerenciais (públicos ou privados) eram ocupados por homens enquanto que apenas 37,8% 39,1% pelas mulheres
Da mesma forma, ainda existe descriminação nessa sociedade patriarcal, em que a população machista pensa que só os homens devem suprir a casa e o meio onde vivem. Pesquisas afirmam que as mulheres se sobressaem mais que os homens no mercado de trabalho, na população ocupada na faixa etária analisada, 22,8% das mulheres têm Ensino Superior completo, enquanto o percentual é de 18,4% entre os homens, entretanto por causa do preconceito de gênero, são vistas como inferiores
Torna-se evidente que, apesar da mulher se sobressair no mercado de trabalho, ainda existe preconceitos contra ela. Desse modo, cabe à sociedade civil, o apoio às mulheres e aos movimentos que protegem as mesmas e defendem os seus direitos, expondo a postura machista da sociedade .Além disso, passa a ser a função das instituições de educação promover aulas de Sociologia e História, que enfatizam a igualdade de gênero, por meio de palestras, materiais históricos, com o intuito de amenizar e, futuramente, acabar com o patriarcalismo.