A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 15/04/2020
Durante muito tempo, suas funções se limitavam a cuidar da casa, do marido e dos filhos, e o homem devia atuar como provedor do lar. Esse cenário começou a mudar, a partir da segunda metade do século 18, com a Revolução Industrial.
Dados dos censo demográfico do IBGE mostram que, em 1950, apenas 13,6% das mulheres eram economicamente ativas e os homens chegava a 80,8%. Já os dados de 2010 mostraram que a participação feminina mais que triplicou, passando para 49,9% e os homens, no dado caiu para 67,1%. Ou seja, podemos concluir que ao longo das últimas décadas, foi possível perceber sinais de progresso em termos de igualdade de gênero no mercado de trabalho, mas não como deveria.
O Ministério do Trabalho no Brasil, que aponta o crescimento da ocupação feminina em postos formais de trabalho de 40,8% em 2007 para 44% em 2016. Apesar do avanço, o dado não condiz com o percentual de mulheres na população brasileira.
Segundo a pesquisa do IBGE “Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil” , as mulheres trabalham, em média, três horas a mais por semana do que os homens, e ainda assim o IBGE estima o rendimento médio mensal dos homens em R$ 2.306, o das mulheres cai para R$ 1.764.
Podemos então concluir que ainda no Brasil existe muito preconceito com as mulheres no mercado de trabalho, além de reduzirem o salário por conta do sexo. Todos os dias as mulheres vão a luta para ser valorizada em seu cargo de trabalho e até lá, as pessoas que são donos de empresas e o governo poderiam não só reconhecer e valorizar o trabalho de uma mulher como contratar mais mulheres para trabalhar em seu comércio pois segundo o OIT o aumento da presença feminina no mercado de trabalho poderia injetar R$ 382 bilhões na economia brasileira.