A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 15/04/2020
Apesar da Constituição Cidadã que foi criada em 1988, ainda existe as diferenças e preconceitos contra a mulher, principalmente no mercado de trabalho, onde, apesar de que é muito comum ver mulheres trabalhando hoje em dia, a dificuldade e o desprezo que elas sofrem persiste nessa sociedade arcaica.
Por certo, as mulheres sofrem esse preconceito a longo prazo, pois seus “cargos” antigamente se limitavam a cuidar da casa, do marido e dos filhos. Mas este fato começou a ter mudança a partir da segunda metade do século XVIII com a Revolução Industrial, onde as mulheres começaram a ajudar nas indústrias, como mão-de-obra barata, e isto introduziu definitivamente a mulher na dinâmica produtiva. Porém a diferença salarial era bastante, as mulheres recebiam 60% dos seus salários a menos que os dos homens.
Da mesma forma como vivem hoje em dia, onde apesar da desigualdade salarial entre homens e mulheres ter diminuído, ainda existe discriminação nessa sociedade patriarcal, em que a população machista pensa que só os homens deve suprir a casa e o meio onde vive. Pesquisas afirmam que as mulheres se destacam devido ao preconceito de gênero, as mulheres podem estar realizando a mesma função que a dos homens, mas o mesmo ainda ganha o salário maior.
Resumidamente, torna-se evidente que, mesmo que a mulher se sobressaia no mercado de trabalho, ainda existe preconceitos contra ela. Desse modo, cabe à sociedade civil, o apoio às mulheres e aos movimentos que protegem as mesmas e defendem os seus direitos, revelando a postura machista da sociedade. Além disso, passa a ser a função do Ministério da Educação promover aulas de Sociologia e História, que enfatizam a igualdade de gênero, por meio de palestras, materiais históricos, com o objetivo de amenizar e, futuramente, acabar com essa desigualdade.