A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 21/04/2020
É notável que houve um avanço das mulheres brasileiras no mercado de trabalho, mas o preconceito contra elas ainda se faz presente, devido ao sexismo que está inserido na sociedade atual e a permanência do patriarcado.
Desde os tempos remotos, as mulheres foram educadas para tomar conta do lar e da família, enquanto seus maridos e/ou pais trabalhavam para manter o sustento da casa, isto, é um grande exemplo do patriarcado, que teve seu inicio lá na pré-história e ainda é uma prática comum. O patriarcado designa uma formação social em que os homens detêm o poder e é quase que um sinônimo de opressão feminina.
Além disso, o sexismo não contribuiu para o avanço da mulher no âmbito trabalhista, pois a discriminação fundamentada no sexo criou muitas barreiras para o seu crescimento neste âmbito. Com o passar dos anos, as mulheres começaram a se impor e a lutarem pelo seu lugar na sociedade e pelos seus direitos, muitas deixaram de trabalhar em áreas intituladas de “trabalho feminino”, como: diarista, faxineira e professora e passaram a trabalhar em áreas consideradas predominantementes masculinas, como: advogada, médica, engenheira, policial e cientista.
Em virtude dos fatos mencionados, é necessário o combate de práticas relacionadas ao sexismo e ao patriarcalismo, para que as mulheres avancem cada vez mais na área do trabalho, por meio de ações implantadas pelo governo, tais como politicas para igualdade de gênero, palestras sobre o empoderamento feminino e a valorização da mulher.