A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 19/04/2020
A 1º Fase do Modernismo no Brasil possui uma das mais importantes figuras femininas do período, Anita Malfatti que, participou da Semana de Arte Moderna de 1922, na qual sofreu muito preconceito com relação a sua postura independente de mulher e artista. Nesse contexto, entende-se que, hodiernamente a mulher conseguiu se inserir progressivamente no mercado de trabalho. Contudo, continua vivenciando discriminação que, advém de problemáticas enraizadas na sociedade patriarcalista como, a desigualdade de gênero englobando a dificuldade de ascensão delas no meio e as diferenças salariais.
Primeiramente, é nítido que, a inserção das mulheres brasileiras no mercado de trabalho deu-se após a Segunda Guerra Mundial, de forma tardia. Outrossim, de forma análoga atualmente se tem acentuado ainda mais a introdução da figura feminina no meio comercial; Entretanto, existe também uma dificuldade de ascensão delas, pois, são prejudicadas pela discriminação da cultura machista que insiste em questionar suas habilidades e as rotulam como o “sexo frágil”. Basta ver, a notícia divulgada no site do G1 na qual, 3 em cada 10 pessoas no Brasil admitem se sentirem desconfortáveis em ter uma mulher como chefe, ou seja, existe uma aversão à liderança feminina.
Por conseguinte, é cada vez mais comum que, com a 3º Fase da Transição Demográfica no Brasil tenha ocorrido uma maior inclusão da mulher no mercado de trabalho. Haja vista que, mesmo a figura feminina empoderando-se, buscando sua independência e o direito de isonomia, ainda é grande a diferença salarial entre os gêneros dificultando a vida delas, visto que, muitas são chefes de família e precisam do dinheiro. Ademais, como mostra a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a mulher ganha menos em todas as ocupações.
Posto isso, infere-se que, é necessário o Ministério da Educação promover palestras nas escolas e universidades, com profissionais especializados explicando a importância das mulheres brasileiras no mercado de trabalho, mostrando que elas possuem as mesmas competências que o gênero oposto para exercer cargos de liderança. Assim, visando uma mudança cultural na sociedade por meio da educação. Dessa maneira, haverá uma isonomia no mercado de trabalho, beneficiando a mulher.