A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 22/04/2020

Mulher no mercado de trabalho hoje!

Desvalorização…Desemprego…Discriminação. Essa é a realidade enfrentada por aquelas que dão origem as novas gerações e são a base da educação familiar. Dessa forma, não só o sexismo existente desde a antiguidade na sociedade, mas também a desigualdade salarial alarmante, evidenciam como é tratada a mulher brasileira no mercado de trabalho, o que é contrário ao seu potencial e desempenho profissional. Diante desse cenário, torna-se obrigatório uma reforma nas condições de trabalho oferecidas, assim como diminuir a discriminação sexual.

A priori, e importante ressaltar as péssimas condições de serviços oferecidas as mulheres, segundo pesquisa recente elas ganham 17% a menos que os homem exercendo as mesmas funções. Isso deixa explícito as perdas econômicas para a trabalhadora, bem como um sentimento de inferioridade que pode levar a depressão. Contrário a esse cenário, países Europeus estão na lista do Índice Global Gender Gap com alto índices de igualdade de gênero, as diferença nas empresas entre pessoas do sexo feminino e masculino são insignificante, com destaque para Islândia e Finlândia que estão em primeiro e segundo lugar respectivamente.

Desse modo, a estrutura familiar criada na antiguidade, em que a mulher era responsável pela gestão da casa e da criação dos filhos não faz mas sentido na coexistência, isso fica claro pelas novas estruturas familiares que surgiram no Brasil e no mundo. Apesar de ainda estar presente em grandes proporções, em virtude dos movimentos feministas a tendência é só diminuir e chegar a não existir, igualando todos os indivíduos perante o mercado de empregos.

Em síntese, é mister que mudanças são necessárias nas condições de trabalho e que a discriminação deve ser atenuada. Para a minimização dos problemas decorrentes, urge que o Ministério da Economia (ME) em conjunto com o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH) crie, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nos veículos de comunicação que incentive o debate dobre o tema e advirta os cidadãos dos problemas causados, sugerindo ao telespectador criar o hábito de debater sobre temas históricos e aprender com o passado. Somente assim, será possível reverter essa situação, além de promover socialmente as mulheres.