A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 10/05/2020
Por muito tempo, era comum só o homem trabalhar e a mulher cuidar da casa e dos filhos. Porém, isso mudou nos últimos anos e a mulher vem crescendo no mercado de trabalho cada vez mais. Em 2007 a presença feminina representava 40,8% do mercado formal, já em 2016, esse número subiu para 44%, os dados são do Ministério do Trabalho. Apesar do crescimento as mulheres continuam enfrentando dificuldades na qual os homens não tem, como a desigualdade.
Inicialmente, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) as mulheres trabalhadoras ganham, em média, 20,5% menos que os homens no país, nos mesmos cargos e fazendo tarefas iguais. Isso ocorre, por muitas empresas serem machistas, achando que a mulher não tem tanta capacidade comparado ao homem.
Em seguida, um dos fatores desse quadro desigual é que as mulheres continuam sendo as principais responsáveis pelas tarefas domésticas, e cuidado com os filhos, assim tendo várias responsabilidades que pode atrapalhar o trabalho. Contudo, muita das vezes não são escolhidas em seleções de emprego ou cargas de chefia por terem filhos.
Sobretudo, o governo federal deve estabelecer multas para as empresas que trate com diferença o salário da mulher comparado ao do homem. Alem disso é importante que priorizem abertura de vagas e ampliação do número de pré-escolas, creches e escolas de tempo integral. A fim de acabar com a desigualdade de gênero e ter oportunidades iguais para homens e mulheres