A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 26/04/2020

Declarado em 1948 pela ONU (Organização das Nações Unidas), todos os indivíduos tem direito a igualdade de gênero e bem-estar social. Porém, vivemos e fomos criados numa sociedade onde a mulher brasileira não tem as mesmas oportunidades que os homens, impossibilitando que esse grupo desfrute desse direito universal na prática. Esse desafio deve ser superado para que uma sociedade integrada seja alcançada.

O Brasil ocupa a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o mesmo possui uma educação eficiente. Contudo, o resultado é justamente o oposto e é refletido em desigualdades de oportunidades no mercado de trabalho, pois segundo a pesquisa feita pelo Ministério do Trabalho, de 2007 a 2016 houve apenas um acréscimo de 3,2% do número de mulheres no ramo trabalhista. É inadmissível que apenas uma pequena parcela da população feminina tenha ingressado em empregos formais.

O impulsionador dessas desigualdades é a herança de uma sociedade machista e opressora, e diante de tal contexto, é de urgência que a sociedade atual não aceite negligências do poder público diante da diferença salarial entre homens e mulheres, a opressão profissional e a falta de inclusão feminina em cargos nos dias atuais.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor e uma sociedade desconstruída de preconceitos. Dessa forma, o governo deve impor a prática da igualdade de gênero, estabelendo multas severas às empresas que excluam ou trate com diferença as mulheres, permitindo assim que o Brasil possa superar a desproporção dessa conjuntura.