A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 26/04/2020
Nos dias atuais, é frequente vermos, cada vez mais, mulheres assumindo cargos de trabalho nos quais anos atrás não eram permitidas. Em consequência disso, a questão de divisão de valores está cada vez mais gerando discussões sobre diferença de opinião.
Ainda há pessoas que creem no poder patriarcado, ou seja, acreditam que a mulher é e deve ser inferior ao homem. Sendo assim, lutam para defender o ponto de vista no qual as mulheres devem receber um valor inferior aos homens por possuírem diferenças físicas e necessidades diferentes.
Mulheres desde anos atrás são oprimidas e ensinadas a serem submissas aos homens, sendo classificadas como servas e empregadas. Felizmente, após mudanças terem sido feitas, muitos passaram a entender que a diferença entre homem e mulher são classificadas como “patéticas”. A partir desse ponto, o feminismo ganha força progressivamente com o decorrer dos anos.
Leis como a de Maria da Penha e do feminicídio foram criados no intuito de “fortalecer” o gênero feminino. Ao contrário do que muitos pensam, foram as mulheres que conquistaram e criaram diversas coisas presentes no nosso dia-a-dia, como a permissão de voto, a pílula anticoncepcional e a lei do divórcio.
Em suma, à medida que a sociedade passa a apoiar o feminismo e a lutar a favor da igualação dos direitos masculinos e femininos, “tabus” em relação ao trabalho da mulher será cada vez menor, visto que ao contrário do que muitos pensam, mulheres são capazes de exercerem funções nas quais “somente” os homens conseguem.