A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 26/04/2020
Atualmente é mais do que normal ver a mulher no mercado de trabalho, correto? Mas nem sempre foi assim. Durante um longo período de tempo as mulheres tinham a função de limpar a casa, fazer a comida, cuidar do marido e dos filhos. Afinal, o homem devia atuar como fornecedor do lar. Os números ajudam muito a entender o crescimento da mulher no mercado de trabalho: dados dos censo demográfico do IBGE mostram que, em 1950, apenas 13,6% das mulheres eram economicamente ativas. No mesmo período, o índice dos homens chegava a 80,8%. Sessenta anos depois, os dados de 2010 mostraram que a participação feminina mais que triplicou, passando para 49,9%. Entre os homens, por outro lado, o dado caiu para 67,1%. Portanto, ao longo do tempo foi possível perceber sinais de progresso em termos de igualdade de gênero no mercado de trabalho. Já a participação feminina no mercado de trabalho, a formalização e disponibilidade de horas para trabalhar são alguns dos fundamentos que permanecem desiguais entre homens e mulheres no ambiente profissional. Segundo pesquisas, as mulheres trabalham, em média, três horas a mais por semana do que os homens considerando trabalho remunerado (trabalho onde se recebe em troca uma recompensa monetária), atividades domésticas e o cuidado de pessoas. Apesar do cenário desigual, as mulheres lutam muito para conseguir seu espaço. Nem todos conseguem enxergar os potencias que as mulheres possuem para que o mercado de trabalho cresça.
O ministério da educação deve se colocar a frente dessa questão das mulheres no mercado de trabalho, para solucionar os problemas que andam tendo a muito tempo. o ministério da educação também deveria instaurar projetos didáticos que envolva a igualdade de gênero, mostrando desde a primeira escola que não existe diferença de direito entre dinheiros e instaurar debates entre a comunidade no ambiente escolar, sendo assim por meio meio do diálogo a sociedade pode amadurecer.