A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 26/04/2020

Desde os anos passados, por consequência do período colonial, os padrões consistem na “única” função das mulheres que seria cuidar da casa, da família e cozinhar. Porém em razão do avanço e crescimento da industrialização no Brasil, ocorreu a transformação da estrutura produtiva, o contínuo processo de urbanização e a redução das taxas de fecundidade nas famílias, proporcionando a inclusão das mulheres no mercado de trabalho, o que diz o site “Brasil Escola”.

Mesmo ocupando 51,03% do mercado, as mulheres ainda sofrem certa defasagem considerável em comparação aos homens. Segundo o site “Gshow” as mulheres ganham menos que os homens em todos os cargos, chegando a diferença salarial em 53%. Isso se deve principalmente aos estigmas da sociedade sobre o sexo feminino. Muitos ainda pensam nas mulheres como apenas cuidadoras do lar. Entretanto isso vem mudando por que as mulheres estão mais focadas em investir em suas carreiras profissionais.

Muitas mulheres que ganharam destaque estão influenciando outras mulheres. Um exemplo dessa mudança e da luta feminina para com a sociedade e o mercado de trabalho é a sobrinha da fundadora das lojas “Magazine Luiza”. Luiza Helena Trajano diz que chegou neste patamar mostrando grande competência. Luiza é uma das principais responsáveis pela nova fase da rede de lojas e deu início no comércio eletrônico no Brasil, quando poucas pessoas tinham ideia do que era, segundo o site “Marelli”.

As mulheres poderiam ganhar mais espaço e respeito no mercado de trabalho se o Governo organizasse mais eventos públicos para mulheres, propondo palestras com mulheres que se destacaram em suas funções, assim qualquer gênero se conscientizaria e pararia de padronizar as funções femininas no trabalho e na sociedade. E assim também influenciando os chefes de trabalho a pararem com a prática da diferença salarial, um dos grandes problemas enfrentados.