A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 27/04/2020
Durante o século XIX, o gênero feminino era apresentado por todos como símbolo de objetificação dos homens e algo inferior dentro da sociedade. No entanto, anualmente, no Brasil, a atuação das mulheres no mercado de trabalho vem crescendo absurdamente. Em 2016 foi confirmado que 38,4% dos cargos gerenciais eram ocupados por mulheres, e este número vem crescendo até hoje. Mas ainda há traços de superioridade da figura masculina, como a desigualdade entre as ocupações, os salários e cargos entre o homem e a mulher.
Com o passar do tempo a mulher conquistou seu espaço no mercado de trabalho. No início do Romantismo, o trabalho doméstico era algo designado a figura feminina e a única opção para as mulheres. Hoje em dia, mulheres ocupam postos em tribunais, ministérios, empresas, organizações de pesquisa e muitos outros. Mas, há muitos exemplos de que a figura da mulher no mercado de trabalho não sofreu evoluções, como no ramo da educação, professores em escolas particulares, onde está a melhor remuneração, são em sua maioria homens, já nas escolas públicas, com remuneração mais baixa, são em maioria mulheres.
Todos conseguem perceber que as mulheres ainda ganham menos que os homens para realizar o mesmo tipo de trabalho. Mesmo tendo mais anos de estudos que os homens, elas ganham 30% a menos que o sexo masculino. Outro ponto importante é que as mulheres, mesmo exercendo profissões remuneradas, ainda continuam sendo as únicas responsáveis pelas tarefas domésticas e educação dos filhos. Agregar a vida profissional e as atividades da vida pessoal é um desafio praticamente impossível para as mulheres trabalhadoras, mas que ainda é imposto nas vidas delas.
Portanto, o Governo deve promover a construção de mais creches e pré-escolas urgentemente, já que sem esses recursos no nosso país, muitas mulheres deixaram seus empregos somente para a criação de seus filhos, consequente causando um colapso na economia brasileira. E deve ser aplicado nas escolas a importância da igualdade de gênero, da participação feminina no mercado de trabalho e do papel históricos de grandes mulheres no Brasil. E o esteriótipo de que a mulher é inferior deve ser superada por meio de diálogo e ação pela população, e que ambos o gêneros tem suas responsabilidades na vida no trabalho e pessoal,