A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 10/05/2020

Criada no ano de 1948 pela ONU, a declaração dos direitos humanos, tinha o objetivo de garantir a todos os indivíduos à igualdade de gênero dando assim, certo conforto em meio à comunidade. Porém, mediante a sociedade brasileira, é possível identificar que esta prática ainda não está sendo 100% cumprida. Neste ponto de vista, esse impasse deve ser resolvido com certa urgência para que possamos atingir uma sociedade que seja integrada.

O desenvolvimento de um país é baseado em seu nível de educação e escolaridade. Com base nesse argumento, pode-se imaginar que o Brasil, já que está em nono lugar no ranking, é dotado de um ensino eficiente. Porém a realidade é o oposto dessa afirmação e o resultado disso é refletido nas desigualdades sociais. De acordo com o ministério do trabalho, a participação feminina no mercado de trabalho aumentou cerca de 3,5% nos anos de 2007 à 2016. Com isso é inaceitável uma crescente tão pequena em um espaço de tempo tão longo.

É de grande importância destacar que o legado de uma sociedade machista funciona como enriquecedor para que haja essas desigualdades. De acordo com o sociólogo polonês, Zygmunt Gaiman, a ausência de consistência nas relações sociais, são características que estão presentes no século XXI. Com isso, a sociedade deve refletir e questionar sobre a enorme diferença de salário dos homens e mulheres.

Portanto ainda existem desafios que impossibilitam a concretização de políticas que prezam a construção de um mundo que possui igualdade. Por consequência, é importante que o governo reforce as leis para garantir a igualdade de gênero e, para aquelas empresas que se negarem a realizar essas determinadas leis, sejam aplicadas multas severas. Dessa forma, o Brasil poderá possuir uma sociedade igual garantindo a eliminação da desproporção do mundo atual.