A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 10/05/2020
Desvalorização, desemprego e discriminação, essa é a realidade enfrentada por aquelas que dão origem às novas gerações e são a base da educação familiar. Dessa forma, não só o sexismo existente desde a antiguidade na sociedade, mas também a diferença salarial alarmante, mostram como é tratada a mulher brasileira no mercado de trabalho, o que é contrário ao seu potencial e desempenho profissional.
A princípio, é importante ressaltar as péssimas condições de serviços oferecidas às mulheres, segundo pesquisa recente elas ganham 17% a menos que os homem exercendo as mesmas funções. Portanto, isso deixa explícito as perdas econômicas para a trabalhadora, bem como um sentimento de inferioridade que pode levar a depressão. Contrário a esse cenário, países Europeus estão na lista do Índice Global Gender Gap com alto índices de igualdade de gênero.
Outrossim, o sexismo deixa claro o preconceito ainda presente na sociedade do século xxi, o que acaba criando uma disparidade liga ao sexo, ocasionando conflitos de opinião dentro dos lares. Desse modo, a estrutura familiar antiquada, acreditava que a mulher era responsável pela gestão da casa e da criação dos filhos isso não faz mas sentido na contemporaneidade, isso fica claro pelas novas estruturas familiares que surgiram no Brasil e no mundo.
Contudo, é nítido que mudanças são necessárias nas condições de trabalho e que a discriminação deve ser atenuada. Para a minimização dos problemas decorrentes, é necessário que tenha campanhas publicitárias nos veículos de comunicação que incentive o debate sobre o tema e advirta os cidadãos dos problemas causados, sugerindo ao telespectador criar o hábito de debater sobre temas históricos e aprender com o passado.