A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 11/05/2020

Nos tempos atuais a presença feminina vem ganhando um espaço maior no mercado de trabalho. De acordo com informações do Ministério do Trabalho, em 2016, a participação da mulher no mercado profissional era de 44%. No entanto, as mulheres ainda encontram dificuldades como, por exemplo, diferença salarial e conciliação entre o emprego e as atividades domésticas.

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), elas estão mais presentes nas vagas de emprego, embora ainda abaixo dos homens. Hoje, já é mais do que normal ver a mulher no mercado de trabalho, mas nem sempre foi assim. Durante muito tempo, suas funções se limitavam a cuidar da casa, do marido e dos filhos. Afinal, o homem devia atuar como provedor do lar. Esse cenário começou a mudar, sobretudo, a partir da segunda metade do século 18, com a Revolução Industrial.

Embora a inserção das brasileiras no mercado de trabalho represente uma grande conquista, ainda é marcada pela desigualdade de direitos, que não deveria existir, pois está previsto na Constituição Federal de 1988 que todos são iguais perante a lei. Nesse viés, é necessário que haja uma melhor aplicação da lei, visto que mulheres recebem menos do que os homens. Ademais, é fundamental que o Ministério do Trabalho mostre, por meio de campanhas, a importância feminina para o mercado de trabalho. Assim, cada vez mais, as mulheres brasileiras conquistarão seu espaço no trabalho formal e, consequentemente, sua independência.