A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 20/05/2020

Atualmente, observa-se a tamanha importância que a mulher adquiriu no mercado de trabalho brasileiro se em relação com décadas anteriores. Entretanto, antigamente a sociedade era bastante preconceituosa, pois achavam que as mulheres não eram capazes de fazer trabalhos considerados masculinos, com isso suas funções se limitavam a cuidar da casa, do marido e dos filhos. Nos dias atuais, por maior visibilidade que a mulher tenha ganhado no mercado de trabalho brasileiro, ela ainda é bastante desvalorizada quando se comparadas aos homens.

Na época atual, as mulheres ganharam bastante visibilidade e oportunidade no marcado de trabalho brasileiro. Segundo o Ministério do Trabalho, em 2007 a presença feminina representava 40,8% do mercado formal. Já em 2016, esse número subiu para 44%, Esses dados são baseados em pesquisas do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais). No entanto, as mulheres ainda sofrem com a desvalorização no mercado de trabalho,  segundo o Jornal G1 mulheres que já possuem Mestre em Administração de Negócios (MBA) chegam a receber cerca de 42,49% a menos que homens que possuem o mesmo nível de estudo.

Em tempos atuais, a mulher tem ganhado uma grande visibilidade também no setor esportivo, principalmente no futebol. Todavia, as mulheres tem uma grande desvalorização se comparado ao futebol masculino, tanto nas premiações ganhas por campeonatos, nas diferenças no número de patrocínios ofertados e principalmente na diferença salarial paga por cada equipe. Grande exemplo acontece com a jogadora de futebol Marta considerada 6 vezes melhor do mundo pela a FIFA, considerada a melhor atleta brasileira de toda a história e mesmo assim sofre com a desvalorização feminina. Em entrevista a atleta relata, “Se eu jogasse futebol masculino, não ia precisar trabalhar nunca mais. Se eu parar, precisarei ainda fazer alguma coisa”.

Destarte, em virtude dos fatos supracitados é imprescindível a necessidade de ações que minimizem a problemática. Para isso, o Ministério de Trabalho e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), deve dar uma maior valorização no trabalho e no esporte feminino por meio de uma igualdade salarial para ambos os sexos. Isso deve ser feito com o objetivo de as mulheres possam ocupar cada vez mais o Mercado de Trabalho e fazer cada vez mais parte do cenário esportivo. Fazendo isso, será possível ter uma igualdade no número de homens e mulheres trabalhando e sendo recompensados da mesma forma.