A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 29/05/2020
Em “O Diabo Veste Prada”, um dos filmes dirigidos por David Frankel, pode-se entender dificuldades enfrentadas por mulheres no mercado de trabalho, como a pressão sofrida nesse meio e a dificuldade em conciliar a vida pessoal e profissional. Trazendo esse contexto para a realidade brasileira, percebe-se que a visão da mulher no mercado de trabalho tem sido aos poucos alterada, visto que, o processo de integração tem sido uma luta ate os dias atuais e o espaço que as mulheres tem ganhado na área profissional.
A luta por igualdade de direitos no mercado de trabalho é constante há muitos anos, tendo início com a chegada da revolução industrial, em meados do século dezoito. Mulheres começaram a tomar espaço nos locais de trabalho, mesmo que com pouco retorno, deixando de lado sua função de apenas trabalhos domésticos e imagem de inferioridade. Imagem esta que continua sendo presente na realidade brasileira, imposta por uma sociedade presa a ideais antigos extremamente machistas, tornando necessário o combate diário a tais ideais.
Entretanto, como consequência da imposição de milhares de pessoas diariamente, mulheres tem ganhado mais espaço no mercado de trabalho brasileiro. De acordo com pesquisas, em 2016 foi estimado quarenta e quatro porcento de presença feminina na área de trabalho brasileira. Visto que esta não é a realidade de todas, também é possível observar um aumento significativo no número de mulheres que, por terem dificuldades e falta de oportunidade em sua antiga profissão, resolveram investir em seu próprio negócio. Diante disso, observamos o empoderamento da imagem feminina e a oportunidade de independência que a mulher deve ter naturalmente.
Diante dos fatos apresentados anteriormente, percebe-se que medidas precisam ser tomadas. Para que mulheres continuem ganhando espaço e igualdade de direitos em suas profissões, é preciso que empresas e instituições abram programas de “traine” para que elas tenham a oportunidade de disputar cargos importantes sem preferência, tendo assim uma seleção justa, baseada em qualidades e habilidades, dispensando privilégios para gêneros.