A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 31/05/2020
Declarada pela ONU a 72 anos, a declaração dos direitos humanos garante a todos o direito de gozar da liberdade, igualdade de gênero e bem-estar social. Entretanto, a realidade da mulher brasileira difere de tal dito a respeito da falta de equidade no mercado de trabalho atual, tendo em vista que o homem continuamente possuiu um local privilegiado. Mediante a isto, torna-se necessária a busca por ajustes para vencer tal desafio e transformar a sociedade em um meio mais justo.
Um fator crucial na evolução de um país é a educação, através dela há o crescimento da autonomia e formulação melhor das ideias; entretanto, Brasil encontra-se atrasado em questão de investimento para com o ensino, tendo em vista a precariedade das zonas de ensino e falta de incentivo para abater a evasão escolar, resultando assim na desigualdade futura nas áreas trabalhistas. Segundos dados expostos pelo Ministério do Trabalho, houve uma crescente de apenas 3,6% do número da entrada feminina no mercado de trabalho, entre 2007 e 2016, evidenciando ainda mais o quão nocivo e a realidade social de um meio em que a equidade deveria abranger.
É imprescindível sublinhar o fator da herança machista em nossa realidade atual, mais um grande percursor desta horrenda desigualdade, somando-se com o descaso do poder público que encontra-se manchado por prioridades maquiadas por comerciais, deixando assim de lado o investimento nas políticas públicas, sociais e economias que acrescentariam para tornar possível a igualdade de oportunidades de emprego e salarial.
É imperativa, então, uma ação de combate a questão da desigualdade da mulher brasileira no mercado de trabalho. Para isso, é imprescindível políticas que visem, finalmente, tirar do papel os dizeres da Declaração dos Direitos Humanos, visando assim, tornar o meio social mais justo. De tal forma, urge que o Ministério do Trabalho, juntamente com o governo, ponham em prática premissas, através de leis, investimento na educação, que tornem possível a entrada da mulher no mercado trabalhista, garantido-as igualdade nos em geral, principalmente salarial, visando então a construção para um abatimento total de um realidade primitiva e machista.