A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 02/06/2020

Um dos costumes marcantes de algumas sociedades do mundo antigo, era a utilização da mulher como mão de obra destinada apenas a atividades domésticas. Nesse contexto, a situação do gênero feminino em detrimento do masculino é bastante desigual, visto que a sociedade está presa a alicerces do mundo antigo, além de muitos empreendedores definirem como critério de avaliação, à força física do componente em questão.

Precipuamente, o padrão de seleção no ambiente trabalhista, está enraizado nos sistemas do mundo antigo, ou seja, determinadas atitudes parecem ser normais, quando na realidade à figura feminina vem sendo inferiorizada e a sociedade não enxerga esse tipo de discriminação, visto que esses padrões foram passados a gerações seguintes da maneira mais ingênua possível. Nesse espectro, destaca-se a cidade - estado, Atenas, que deixou um forte influência no mundo ocidental quanto ao papel da mulher dentro da sociedade, o qual defendiam que essas, deveriam reserva-se ao ambiente doméstico, ou seja, muitos empreendedores atuais consideram como critério de avaliação, esse costume antigo.

Por conseguinte, alguns empreendedores definem como padrão de avaliação à força física do participante, assim, desfavorecendo o gênero feminino. No entanto, essa forma de avaliar, está cada vez mais ultrapassada, visto que o conhecimento tem se tornado mais valorizado que o trabalho mecânico. Nesse âmbito, destaca-se o filósofo grego, Sócrates, afirmando que conhecer bem é agir bem, ou seja, o conhecimento é essencial no ambiente trabalhista, pois a partir desse, o indivíduo desenvolve novas técnicas para se relacionar.

Em vista dos argumentos apresentados, nota-se que a mulher no mercado de trabalho, sofre uma grande discriminação, pois a sociedade está presa a padrões do mundo antigo, além de muitos donos de empresas terem como critério de avaliação à força física. Entretanto, existem algumas medidas a serem tomadas para diminuir a disparidade entre gêneros, entre estas, maior participação do ministério do trabalho, utilizando do dinheiro público, para desenvolver campanhas publicitárias a mostrar a importância da mulher, com o intuito de conscientizar que a mesma deve ser tratada de forma equivalente, em relação ao homem e criação de organizações não governamentais para encorajar as mulheres a denunciarem qualquer tipo de discriminação. Respeitando essas medidas, a mulher pode assumir o seu real valor dentro do mercado de trabalho.