A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 09/06/2020
No século XVIII, com a Revolução Industrial, e o surgimento das indústrias, a necessidade de mão de obra aumentou, fazendo com que as mulheres começassem a ganhar mais espaço no mercado de trabalho, ainda assim havendo a diferença salarial entre homens e mulheres e a dominação dos homens. Infelizmente, mesmo após três séculos passados, a diferença salarial e a dominação dos homens ainda se perpetua no mercado de trabalho brasileiro.
Em princípio, cabe analisar, que com o aumento significativo das mulheres no mercado de trabalho, há ainda uma dominação dos homens. Em 2018 o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentou dados que apontam que 54% dos trabalhadores são homens e 45 % são mulheres.
Sob outro prisma, é válido analisar que, mesmo exercendo as mesmas funções e com o mesmo ou maior nível de escolaridade, as mulheres recebem um salário menor do que o dos homens. Segundo dados de uma pesquisa feita pelo IBGE em 2019, as mulheres recebiam em média 20,5 % menos do que os homens.
Levando-se em conta o que foi observado, entende-se que a diferença salarial e a dominação dos homens são problemas que as mulheres enfrentam no mercado de trabalho brasileiro. Dessa forma, é necessário, que o Ministério do Trabalho faça uma proposta de lei, para que as empresas tornem público o valor dos salários de seus funcionários, através de um site para que todos possam ter acesso, assim facilitando para os funcionários a visualização das diferenças salariais existentes, e para que assim os mesmos possam buscar uma igualdade salarial. Ainda assim, é preciso que o Ministério do Trabalho faça uma lei para que as empresas distribuam as vagas existentes igualmente entre homens e mulheres independente de cargos para que não haja uma dominação por um sexo, mas para que haja a existência de ambos de forma igualitária.