A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 14/06/2020
Desde as brincadeiras na infância, até uma vaga de emprego, as mulheres são julgadas e presas a um estereótipo no qual são postas há séculos. Sendo este prejulgamento utilizado não só no âmbito de trabalho, como também na liberdade sexual, propagandas televisivas e divisão de tarefas domésticas. Durante a infância, já é imposto sobre as crianças esteriótipos designados ao seu gênero biológico, enquanto meninos praticam esportes, se encontram em situações que estimulem o lado criativo do mesmo, as meninas brincam de cozinhar, cuidar de bebês e arrumar a casa. No Brasil, diferente de países como a Noruega e Suécia, os pais tem direito a 5 dias de licença maternidade, enquanto as mães 3 a 4 meses, impondo à mulher a responsabilidade de cuidar da criança, sendo impossível realizar uma troca de papéis, além da diferença entre o salário para pessoas do gênero feminino e masculino, mulheres recebem 30% a menos que um homem pela ocupação do mesmo cargo. A respeito da liberdade sexual, na maior parte dos casos, se uma mulher realiza as mesmas ações de um homem nesse quesito, a mesma é taxada de forma pejorativa perante a sociedade, mas é tratada como um objeto de desejo para o homem em propagandas televisivas, aparecendo sempre seminua em um corpo imposto como belo pela sociedade. Diante destes acontecimentos, faz-se necessária a conscientização populacional, para a diminuição do machismo e esteriótipos dentro da sociedade, tendo em vista que todos são iguais. Para isso, o Ministério da Mulher e o Ministério da Educação, precisam se unir para construir uma nova corrente de pensamento, levando a mensagem de que todos os gêneros tem o mesmo direito em qualquer área que seja dentro da sociedade.