A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 15/06/2020
A situação desigual das mulheres no âmbito profissional
Desde os primórdios da humanidade o homem sempre foi considerado melhor que a mulher, como exemplo na Idade média, onde as mulheres eram tratadas como inferiores e muitas vezes hereges por questões naturais, como a menstruação; e não podiam participar dos cargos máximos da igreja. Posto que, as pessoas tinham essa visão, alguns representantes da Igreja Católica propagavam essa ideologia machista, como a frase do Santo Tomas de Aquino: “No que diz respeito à natureza, a mulher é defeituosa e malnascida, um ‘homenzinho’ defeituoso”. Visto que essa sociedade patriarcal teve muita influência na história mundial, muitas desigualdades, infelizmente ainda ocorrem nos dias atuais.
Por consequência disso, hoje em dia no nosso cotidiano, as mulheres ainda sofrem preconceitos e desigualdades, principalmente no âmbito profissional. Segundo a Agência Brasil, as mulheres ganham cerca de 20,5% a menos que os homens no país, e também, segundo o Site UOL, atualmente há 13,1% de mulheres desempregadas, enquanto que os homens são 9,2% desempregados, a desigualdade é nítida e preocupante.
De modo que, essa assimetria social possa mudar, existem soluções que podem ser muito capazes de ocorrer em nosso país. Como por exemplo: medidas governamentais de inclusão feminina em diversas áreas, projetos salariais iguais para os gêneros, fomentação da luta feminista e conscientização masculina da desigualdade existente, como também educação às crianças quanto o que é desigualdade e como lutar contra ela constantemente.
Logo, para que, todas essas discrepâncias acabem, as pessoas devem lutar em prol da igualdade, praticar a sororidade (união e aliança entre mulheres) e praticar as possíveis soluções de inclusão feminina em todas as áreas da sociedade.