A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 30/06/2020
O machismo e o emprego andando lado a lado
Desde séculos passados, a mulher vivia um processo de inferioridade na sociedade sendo responsáveis de ser apenas procriadoras e por cuidar da casa. Conquanto, é sabido que na sociedade hodierna o machismo ainda predomina, sendo alvo de diversas discussões e protestos feito por mulheres. Sendo assim, a busca pela igualdade feminina no mercado de trabalho brasileiro ainda é constante, sendo alvo de preconceitos e de desigualdade de gênero.
Precipuamente, em 1932 o voto feminino no Brasil foi conquistado, sendo equiparado ao voto masculino apenas no ano de 1965. Ademais, ainda é visto um certo preconceito em relação a mulher na sociedade brasileira, sendo alvo de diferenças no tratamento, nos trabalhos exercidos por elas, até mesmo pelos próprios maridos. Além disso, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), cerca de 51,03% dos casos formais do trabalho, são ocupados por mulheres, a ser alvo de preconceito por muitos cidadãos. Ainda, a “fragilidade” imposta à mulher reflete muito no seu trabalho na qual muitos tratam certos empregos inapropriados para a ocupação feminina, recusando-se a aceitar sua função ou desprezando-as da mesma.
Por outro lado, após a Revolução Técnico-científica com a avanço tecnológico mais aprimorado ficou mais fácil de se propagar diversos tipos de ideologias. Contudo, segundo a música de Gabriel O Pensador “evolução”, no trecho “onde é lugar de mulher? é na empresa, na balada e onde mais ela quiser” é retratada o empoderamento feminino e a afirmação de que a mulher pode estar onde quiser sem distinção e preconceito. Entretanto, a desigualdade de gênero ainda é muito grande ainda mais no âmbito do trabalho, de acordo com o IBGE as mulheres recebem cerca de 20,5% a menos que os homens e sofrem preconceitos em profissões como mecânicos, policiais, bombeiros entre outros empregos.
Em suma, com os fatos já mencionados é notório que a visão machista ainda tenha muito destaque na sociedade, principalmente no mercado de trabalho. Portanto, faz-se necessário a intervenção do Ministério da Justiça que criem leis mais rigorosas que punam esses tipos de preconceitos que são visto pelo gênero feminino. Logo, é importante também que o MTE (Ministério do Trabalho e do Emprego), esteja cumprindo e regrando novas imposições que proporcione igualdade para a mulher no mercado de trabalho.